Na escuridão dos meus pesadelos
No explendor da solidão
Esculto o grito forte da minha alma
Que soa alta nesses vales onde ando
Sinto a dor do caminhar sozinha
Vendo as marcas da tristezas me cortando como navalhas
Me fazendo sangrar aos poucos
E no so silencio do sepulcro
Ouço vozes a me chamar!
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